Dança à esperança

Esta carta falará a respeito de um evento beneficente, qual está sendo organizado por mim, Paula Park.

Eu, Paula Park, iniciei esse projeto para poder acima de tudo conscientizar um maior numero de pessoas sobre crianças carentes. Triste é o fato de que a pobreza e a acentuada desigualdade social que vivenciamos, não está presente somente em nossa cidade, mas sim, no mundo inteiro.

Quando vemos a quantidade alarmante de crianças pobres, desabrigadas, doentes, vemos o reflexo da ignorância e egoísmo de muitos da população (como não só do governo). Todos envolvidos no Projeto vêem claramente que fazendo um, dois, três projetos, não mudaremos a realidade de nenhuma dessas crianças. Não as tornaremos ricas, nem traremos todos os suprimentos que uma pessoa de alta classe pode desfrutar.

A intenção não está no que se refere à sonhar alto e sim, pensar alto. A diferença é que quando sonhamos alto, atualmente, Estamos nos referindo à algo que está fora de nossos alcances, que temos ambição de conseguir mas nada concreto está sendo feito. Ao PENSARMOS ALTO queremos muito mais do que simplesmente dar dinheiro às crianças, nosso desejo é de conseguir comover a todos (que comparecerão ao evento) para que estes sejam os próximos a darem o primeiro passo: para ajudar outros, lutar por aquilo que julgam estar correto, não como beneficio próprio, mas sim para o melhor de uma comunidade no geral.

O evento está planejado para o dia 5 de Outubro de 2008 das 14 horas às 18, com a expectativa de atingir um publico de aproximadamente 400-500 pessoas no Teatro Sergio Cardoso. O evento será realizado junto à comemoração de 10 anos da ONG NOVOLHAR.

O projeto terá múltiplas apresentações organizadas pela ONG, e em um tempo de aproximadamente 30 minutos estaremos apresentando grupos de HIP HOP que se voluntariaram, por exemplo: um comandado pelo dançarino Caju, outro chamado PROJETO EVOLUTION, o grupo CYBERNÉTIKOS SOUL STREET´S, e finalmente, o ultimo coreografado por Rogério Santos de Paula.

Nós escolhemos a Novolhar como a Instituição alvo que iremos ajudar, pois eles com atenção e muito amor ensinam as crianças a terem uma nova visão sobre a vida.

O dinheiro será arrecadado por doações pessoais (abertas durante todo o evento e depois). Além disso será coletado também latas de leite em pó.

A ajuda de todos é indispensável para atingirmos um público grande, e assim, ajudarmos crianças a terem esperança.

O evento é a prova de que qualquer pessoa pode dar o primeiro passo.

“Querer é poder”
Paula Park
http://www.teatrosergiocardoso.org.br/
www.novolhar.org.br

Rua Rui Barbosa, 153 (Bela Vista – São Paulo)

Recibos de compras

Estes são os recibos das compras realizadas para a Festa do Dia das Crianças no Instituto da Criança.

Compra de Brinquedos no Armarinhos Fernando

    

Cubo Bibliotecário

Foi o projeto vencedor. Buscou como instituição no bairro a Casa Hope. Através de entrevistas, observação e identificação de problemas, selecionaram como maior dificuldade da Instituição a falta de espaço para uma biblioteca tradicional e assim o acesso aos livros pelos pacientes e acompanhantes. Desenvolveram como solução um carrinho que denominaram de Cubo Bibliotecário, ou seja, uma biblioteca móvel composta por cubos que se encaixam em um carrinho. O desenho, orçamento e confecção final foram organizadas pelo grupo.

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+ Ação + Educação

Foi desenvolvido baseado na observação da convivência entre alunos e funcionários de limpeza do colégio. Este projeto teve como objetivo:

  • aproximar alunos e funcionários, que, apesar de conviverem no mesmo espaço, pouco interagiam.
  • oferecer oportunidade de desenvolver certas habilidades nos funcionários que apontaram como maiores dificuldades a matemática e o português.

Assim os autores deste projeto, ministraram as aulas sempre ligando estas matérias com assuntos do cotidiano (notícias, filmes, compras, alimentação, etc…). As aulas eram dadas 2 vezes por semana e em pequenos grupos. O grande fruto foi que este trabalho perdurou até o final de 2006 por outro grupo de alunos voluntários, mas devido a saída da maioria dos funcionários participantes este trabalho não prosseguiu.

A captação de recursos foi feita com a venda de camisetas para professores e alunos a R$ 15 e desta arrecadação foram feitas compras de materiais escolares e para atividades e ajuda ao projeto Cubo Bibliotecário.

Autores do Projeto: Izabelle, Bruna, Douglas e Larriane.
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Histórico

Um dos passos iniciais dado pelo Colégio Bandeirantes para incentivar o trabalho voluntário foi participando do concurso Central de Intercâmbio de Soluções para a Comunidade, em parceria com a ONG Cidade Escola Aprendiz que visa valorizar iniciativas juvenis que busquem soluções para problemas comunitários com o apoio da escola.

48 Projetos foram enviados por diversas escolas participantes, o Band estava entre os três primeiros finalistas com dois projetos: +Ação + Educação e Cubo Bibliotecário.

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Doações (Demonstrativo e Aplicação)

Desde o início do Trabalho Voluntário no Colégio Bandeirantes foram realizadas duas arrecadações entre os alunos e professores. A primeira com venda de camisetas estampadas com o nome do Projeto +Ação +Educação; esta 1ª. arrecadação teve como objetivo auxiliar na confecção do carrinho de leitura para a Casa Hope e na compra de material escolar para os funcionários de limpeza (1º. Semestre de 2005) e a segunda para compra de brinquedos da Festa do Dia das Crianças realizada no Instituto da Criança (2º. Semestre de 2008).

Demonstrativo de Doações Recebidas e Aplicação de Recursos

Iniciativas Independentes

Há muito tempo nossos alunos têm demonstrado interesse em realizar um trabalho voluntário; para muitos suas obrigações escolares e extracurriculares não lhes permite um comprometimento semanal e assíduo, assim alguns executam admiráveis iniciativas independentes. Eis aqui alguns destes exemplos:

  • Sacolinhas de Natal (Anna Beatriz)
  • ONG Paula Park

Nosso Trabalho

Não é de hoje o desejo do jovem de mudar o mundo. Mas essa vontade cresce cada vez mais na medida em que crescem também as oportunidades e maneiras de fazê-lo. No Colégio Bandeirantes, por exemplo, alguns alunos participam de projetos apresentados pela escola. Há os que dão aula para as crianças do Programa Ismart e os que dão carinho e atenção para as do Instituto da Criança.

Os “monitores”, estudantes do 2º colegial, trabalham voluntariamente planejando e ministrando aulas de inglês para grupos divididos segundo seu grau de conhecimento. Mas as crianças não são as únicas a aprender com essa experiência. Os jovens aprendem desde a dificuldade de dar uma aula e tirar dúvidas até a ação de, com prazer, ajudar e se dedicar a pessoas que nem mesmo conhecem.

Há ainda os “recreadores” que, também voluntariamente, participam do Projeto Criarte e do Comitê Juvenil, para o Instituto da Criança, no Hospital das Clínicas. Ambos os trabalhos se baseiam em fazer companhia a crianças e adolescentes atendidos pelo Instituto. O primeiro é um projeto destinado àqueles que estão tanto na sala de espera para serem atendidas quanto no hospital-dia onde recebem soro. O objetivo apresentado aos jovens é brincar, alegrar e fazer do hospital um lugar menos impessoal. Quanto aos alunos que participam do Comitê Juvenil, têm mais ou menos o mesmo trabalho que os do Criarte, com a mesma intenção de deixar os pacientes mais à vontade, porém divertindo aquelas portadoras de outros tipos de doenças graves.

Seja qual for o trabalho, os alunos o fazem com tanto prazer e dedicação que deveriam servir não só como exemplo, mas também como inspiração a outros jovens que, por sua natureza, querem fazer a diferença.

Beatriz Daniel, 2H3 (outubro 2009)